Minha Mãe
Quem é esta formosa criatura,
Que cuidava de mim, quando eu criança,
E sempre me sorria, calma e mansa,
Como um botão de
fúlgida candura?
Quem é que alegremente me embalava,
Quando eu dormia no
meu berço quente
E aos meus ouvidos tão serenamente
Uma cantiga de ninar cantava?
Quando em idade eu avançando ia,
Como planta regada num jardim,
Quem para o bem meus passos conduzia?
Ah vou dizer...Este anjo em minha vida,
Toda doçura, amor que mora em mim...
És tu, és tu, o minha mãe querida!.
Soneto que fiz em homenagem à minha mãe, quado eu tinha dezenove anos.
Geraldo de Castro Pereira
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