VIDA DE UMA FLOR
Que se desprende aos poucos, ressequida.
O vento a leva pela flora infinda,
Como um inseto que tivesse vida.
Assim a vejo lá em cima, erguida,
Sumir-se, pelos ares carregada.
Mas, não tarda, outra pétala ainda,
Baqueia pelo chão, enxovalhada.
Enfim, mais outras seguem seu caminho
E vão cravar-se num agudo espinho.
Até que a última, içando a vela
No mar do espaço arroja-se, impelida.
Passou ligeira esta pequena vida!
Não mais existe a flor mimosa e bela!
Geraldo de Castro Pereira.
Bonito poema!
ResponderExcluirBonito poema!
ResponderExcluirLindoo!!
ResponderExcluirPaula Pretti
Show mesmo !!!!
ResponderExcluirLeo, obrigado pelo seu elogio. Geraldo de Castro Pereira.
ExcluirMuito obrigado, Paula Pretti, pelo comentário elogioso. Geraldo de Castro Pereira
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