quinta-feira, 18 de junho de 2015





                     
LENÇO DA SAUDADE 








Sombras gélidas do passado,
espreguiçando-se lentamente,
Vem se aquecerem
Na chama ígnea da vida.

E lá na esquina da saudade
Um lenço branco drapeja
Ao zéfiro brando
Num derradeiro aceno.

Lenço alegre da saudade
Daquela juventude

Outrora resplandecente.
 
Geraldo de Castro Pereira

 

 

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