sexta-feira, 24 de abril de 2015




 Vamos lutar pelos nossos direitos:              

"Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
> - Qual é o seu nome?
> - Chamo-me Nelson, senhor.
> - Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
> Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
> Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
> - Agora sim! - vamos começar .
> - Para que servem as leis? Perguntou o professor.
>
> Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
> - Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
> - Não! - respondia o professor.
> - Para cumpri-las.
> - Não!
> - Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
> - Não!
> - Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
> - Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
> - Até que enfim! É isso, para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?
> Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:
> - Para salvaguardar os direitos humanos...
> - Bem, que mais? - perguntava o professor .
> - Para diferenciar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
> - Ok, não está mal, porém respondam a esta pergunta:
> "Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
> Todos ficaram calados, ninguém respondia.
> - Quero uma resposta decidida e unânime!
> - Não! - responderam todos a uma só voz.
> - Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
> - Sim!
> - E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça.
> Todos. Não voltem a
> ficar calados, nunca mais! Vou buscar o Nelson - disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.”


Mensagem recebida de um amigo.  Pediu que eu a divulgasse e é o que estou fazendo, embora eu ache que muitos já conhecem o texto. Abraços a todos.
Geraldo de Castro Pereira

Abraços  a todos.

                       

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