domingo, 26 de abril de 2015





                      
O MAR

Deitado sobre a areia macia,
contemplo, estático, o espetáculo do mar!
O ronco rouco das ondas encrespadas
vai sumindo devagar
ao encontro dos penedos, mansamente!.

Suave vento,
sobre as águas perpassando,
varre-as com a vassoura de seu sopro doce e brando.
E, num tom
surdo e sonolento,
como um som
de um enxame alvoroçado
de abelhas ,
comigo o imenso mar está cantando.

 Poema de Geraldo de Castro Pereira.

Um comentário:

  1. Oi, Geraldo. Acabo de visitar seu blog e vejo que já postou muita matéria. Hoje, um poema e um texto sobre Santa Maria de Suaçuí. Interessante. Nem sabia o nome do natural dessa cidade mineira. O poema é de sua autoria? É que você colocou "aspas". Muito bonito. Parabéns. Não fique preguiçoso como eu. Tenho tanta coisa escrita, mas a preguiça prejudica a postagem. Um abraço.

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