O MAR
Deitado sobre a areia
macia,
contemplo, estático, o espetáculo do mar!
O ronco rouco das ondas
encrespadas
vai sumindo devagar
ao encontro dos penedos,
mansamente!.
Suave vento,
sobre as águas perpassando,
varre-as com
a vassoura de seu sopro doce e brando.
E, num tom
surdo e
sonolento,
como um som
de um enxame alvoroçado
de abelhas ,
comigo o
imenso mar está cantando.
Poema de Geraldo de Castro Pereira.
Oi, Geraldo. Acabo de visitar seu blog e vejo que já postou muita matéria. Hoje, um poema e um texto sobre Santa Maria de Suaçuí. Interessante. Nem sabia o nome do natural dessa cidade mineira. O poema é de sua autoria? É que você colocou "aspas". Muito bonito. Parabéns. Não fique preguiçoso como eu. Tenho tanta coisa escrita, mas a preguiça prejudica a postagem. Um abraço.
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